Bits to Brands #110 | Pocket

Uma edição mais curta, com extra curadoria.

Tempo de leitura: 4 minutos

A edição de hoje é mais curta pois eu começo a me despedir desse ano com a última palestra, que não poderia ser mais especial.

Hoje às 17h estarei no Hostel by RD Summit falando de Curadoria de Conteúdo. Para quem vem, nos vemos logo mais! Para quem se interessa pelo tema e quer ver referências, tendências, quer saber como fazer e saber mais sobre como eu faço, ano que vem esse conteúdo (alguém disse curso?) chega até você. Me aguardem ;)

Dezembro, planos pra 2021 e Mariah Carey subindo nas paradas. Viva a vibe fim de ano.

-Beatriz

PS: para falar direto comigo, use o botão “responder”, ou escreva para beatriz@bitstobrands.com :)

Momento de Inspiração

O reposicionamento do Buscapé é um case que eu já vi várias vezes, e a cada play encontro um detalhe novo e igualmente genial. “Amado pelos desconfiados”, o logo incorporado à proposta virando uma sobrancelha, o posicionamento que é guia e também espelho do comportamento do consumidor..

Se Bits to Brands tivesse uma premiação, eu dava o ouro pra esse pessoal. Quem sabe um dia!


Caixa de Perguntas

(deixe aqui neste link sua pergunta sobre construção de marca, uma tendência recente, sobre newsletter ou estratégia de conteúdo, que toda semana uma delas será respondida)

Vale a pena investir em um design "incorreto" desde que ele esteja alinhado com o seu propósito? Design tem lá suas regrinhas, uma forma e outra de dar ênfase em uma frase ou objeto, porém, parece que eu tô tão cansada de ficar vendo o mesmo tipinho a cada rolada de feed, que quando vem um design diferentão, aquele sem contraste, letra branca com fundo claro, eu paro e leio com mais atenção.


Minha visão é de que não existe design correto ou incorreto sob qualquer critério que não seja a estratégia da sua marca.

O design é como você se expressa, então é preciso saber o que quer expressar. Senão, das duas uma: ou você se guia pelo que todo mundo está fazendo e vira mais um, ou começa a mandar mensagens confusas e desconexas.

Então se o design mais minimalista, direto ao ponto, menos ~millennial, é o que mais te atrai, o próximo passo é pensar se ele faz sentido para o seu público e para o seu conteúdo.

Espero ter ajudado, mas tenho certeza que tem muitos designers nessa comunidade que podem opinar com muito mais propriedade. Caixa de comentários tá aí pra isso:

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PS: A sua pergunta me lembrou esse tweet. Certamente não é só você que tá cansado da mesma coisa a cada rolada de feed. Inclusive, para um feed original, consistente e minimalista, recomendo sempre o brilhante Tira do Papel.


O que ler/assistir/conferir

Pix dos Desesperados. Uma das tendências que mais tem a minha simpatia é essa de trazer figuras icônicas dos anos 90/2000 de volta. Dessa vez, o Nubank trouxe o Sergio Mallandro e a sua porta dos desesperados para provar mais uma vez que banco não precisa ser serio ou formal. Vale pelo case, e pelas risadas.

Dobradinha pra quem é de branding:

  1. O passo a passo de um rebranding feito dentro de casa. Bem didático, e se você já passou, está passando ou pretende passar por uma evolução na sua marca, vai encontrar insights muito valiosos aqui.

  2. Um ponto de vista prático sobre os conceitos que permeiam o nosso dia a dia. O que é propósito? Tom de voz? Brand book? E mais do que isso: pra que serve? Esse é daqueles artigos para ler e mandar pra firma toda.

O mundo VUCA não é mais VUCA. Ou pelo menos é o que uma nova teoria propõe. Publicada por Jamais Cascio em abril de 2020 e compartilhada na MIT Sloan Review, ela sugere quatro novos termos para substituir cada letra que formava “VUCA”. Assim ó:

Volátil vira Frágil (brittle, em inglês)
Incerto (uncertain) vira Ansioso
Complexo vira Nada linear
Ambíguo vira Incompreensível

De VUCA para BANI. Se vai pegar eu não sei, mas a teoria ajuda a colocar em termos simples o mundo pós-pandêmico. Seja você adepto de siglas ou não, recomendo a leitura.

Newsletters, curation & breaking the rules of content creation. Durante a pandemia, pude bater um papo com o pessoal do The Manuscript Podcast, um podcast sobre conteúdo e tecnologia. Eles são internacionais (chiques!), então tive que desenferrujar o inglês para falarmos sobre newsletters e produção de conteúdo.

Dá para ouvir no SpotifyApple Podcasts e em  qualquer plataforma de podcasts. Vale conferir este, e os outros convidados que eles já receberam também.


Manda jobs!

(se você tem vagas abertas e quer atrair gente boa e sempre ligada em novidades, pode mandar em beatriz@bitstobrands.com)

Todas as vagas que já chegaram até aqui estão reunidas neste link, e essa semana tem vagas para Marketing e UX Design em Florianópolis, no Grupo Nexxees - o principal gateway de transações financeiras e mercantis do país.

Confira todos os detalhes aqui: https://nexxera.gupy.io/


obrigada por ler até o final! :)

👩🏻‍💻 curadoria e textos por Beatriz Guarezi. estrategista de marcas, curadora de conteúdo e escritora de e-mails.

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