Bits to Brands #51 | "From Facebook": o endosso do Facebook

From Facebook

Antes de mais nada, muito obrigada a todos que responderam à pesquisa pelos feedbacks. Eles estão sendo fonte de muita inspiração (e gratidão imensa também!). Para quem ainda não respondeu, essa é a última chance de contribuir com o futuro desse projeto e receber um conteúdo exclusivo em troca. Leva menos de cinco minutos! Responda aqui. :)


Que marca e tecnologia estão profundamente interligados, a gente sabe. Afinal, por isso estamos aqui há mais de um ano.

Mas fazia tempo que um movimento em específico não evidenciava TANTO a conexão entre esses universos. E o quanto é necessário entender um, para compreender o outro da melhor forma.

Estou falando da última do (sempre ele) Zuckerberg: Instagram from Facebook e Whatsapp from Facebook. Assim, com nome e sobrenome.

Aplicativos que desde a sua criação e mesmo após a aquisição se mantiveram independentes, agora serão explicitamente endossados.

Isso é uma evidente mudança de estratégia de arquitetura de marcas do Facebook. E é também um grande indicador da mente e dos planos para o futuro desse CEO.

Hoje, no conteúdo mais profundo e embasado de branding que já produzimos até então, vou te explicar os dois lados dessa história.

Depois de ler esse artigo, o objetivo é que você entenda por que marcas se relacionam da forma como se relacionam, quais são essas quatro maneiras diferentes, e o que levou o Facebook a mudar a sua estratégia.

Tudo isso no Medium, para sublinhar, salvar, compartilhar, bater muitas palmas e comentar. Seja para saber mais sobre arquitetura de marcas, seja para deixar a sua opinião ou especulação sobre a última do Facebook.

Espero vocês lá :)

Acesse o artigo aqui, ou clicando na imagem abaixo.

Saudades do Medium? Estávamos.
Dando spoilers da cara nova que está quase saindo do forno? Estamos.
Stay tuned!
- Beatriz

~ é tipo uma aula de branding ~

só que contextualizada com os últimos acontecimentos, e pautada em exemplos de marcas de tecnologia.
e é na tentativa de melhorar e aprofundar cada vez mais as análises por aqui.
para você, e para os colegas que você vai recomendar agora :)

Os melhores links da semana


Como a estrategista de marcas Beatriz Guarezi trabalha
Eu mesma, só que na terceira pessoa, a convite do incrível Manual do Usuário. Para falar um pouco sobre a minha trajetória profissional, meus hacks de produtividade para levar trabalho e Bits to Brands, e sobre como surgiu esse projeto que tanto me orgulha. :)
A 3M quer acabar com as caixas de papelão
Com um novo produto que é metade papel, metade cola, e que promete transportar objetos de forma que eles ocupem menos espaço e usem menos recursos. O processo de desenvolvimento dessa inovação, e o vídeo de demonstração, são interessantíssimos.

O que uma geógrafa foi fazer no iFood
Uma Product Manager formada em geografia e um desafio imenso para garantir áreas de entrega adequadas e eficientes. Solução de problemas do dia a dia para a tecnologia, e vice-versa, no relato de como o iFood desenvolveu sua própria lógica de bairros.

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Só que a Renner teve lucro líquido de 1 bilhão de reais em 2018, enquanto o Nubank ainda dá prejuízo. Análise da EXAME sobre o mais recente (e enorme) valuation do Nubank, e o que isso representa para a fintech e para o país.

Privacidade Hackeada

“É um filme de terror moderno, aterrorizante porque é verdadeiro” - WIRED

Aterrorizante é de fato uma boa palavra para descrever o documentário “Privacidade Hackeada”, disponível na Netflix. Não só por ser verdadeiro, mas por ser tão recente e tão próximo de todos nós.

O documentário mostra o behind the scenes do escândalo da Cambridge Analytica, que envolveu a própria empresa, o Facebook e as últimas eleições americanas.

Ele não só explica em detalhe a fórmula utilizada pela empresa para manipular milhões de pessoas, como nos torna íntimos de personagens centrais dessa história, como um jornalista que processou a Cambridge Analytica para ter acesso aos seus dados; uma ex-funcionária estratégica da CA e a jornalista do The Guardian que investigou o caso.

Qualquer julgamento sobre a qualidade ou a parcialidade desse documentário é, na minha visão, irrelevante. Tem que assistir. Em pleno 2020, com novas eleições americanas vindo por aí, com o que vimos acontecer no Brasil ano passado, com a presença dessas plataformas nas nossas vidas e nas de quem amamos.. Todo conhecimento e reflexão é pouco.

O impacto disso tudo assusta. O doc é meio filme de terror mesmo. Mas ficar na ignorância não é mais uma opção.